Todo pedido passa por seis etapas. Quantas ainda são você?

Cada etapa que depende da sua mão tem um preço: o pedido que chega às onze da noite e é respondido às nove da manhã, a comissão do aplicativo em cima de uma venda que já era sua, a planilha preenchida no domingo. Nenhum desses custos aparece no seu extrato. Todos saem do seu resultado.

Não se resolve com "um site". Resolve-se uma etapa por vez, na ordem em que devolve dinheiro ou tempo — e essa ordem muda de negócio para negócio. Abaixo estão as seis, na sequência em que acontecem.

01

antes de tudo

Quem procura o seu nome encontra você — e não um perfil de terceiro

Digite o seu nome no Google agora. Se o que aparece primeiro é um diretório, a página de um aplicativo ou nada, a decisão de te contratar está sendo tomada fora do seu controle, por uma tela que você não escreveu.

Uma página escrita para o seu caso, no seu domínio, indexada. É o piso. Sem ele, as outras cinco etapas não têm onde acontecer.

domínio próprioSearch Consoledados estruturadosPerfil da Empresa no Google
02

o pedido

O pedido chega escrito, e não se perde no meio da conversa

Quem precisa perguntar preço, confirmar item e repetir endereço desiste no caminho. Você nunca fica sabendo desses — eles não aparecem como reclamação, aparecem como pedido que não veio.

Cardápio, catálogo ou lista de serviços na própria página, e o botão abrindo o WhatsApp com item, quantidade e nome já preenchidos. Menos idas e voltas por pedido, e nada anotado errado.

cardápio ou catálogoWhatsApp pré-preenchidoformulário curtocatálogo em JSON
03

o pagamento

Pagam no momento da decisão, não quando você lembrar de cobrar

Todo intervalo entre "quero" e "paguei" é intervalo para desistir. Cobrança que depende de você mandar a chave depois é cobrança que atrasa, é conversa constrangedora e, às vezes, é venda perdida com o produto já entregue.

Pix com QR na página, link de pagamento, checkout do processador com cartão parcelado, ou cobrança recorrente para quem trabalha com plano — conforme o seu caso, não conforme a moda.

Nenhum dado de cartão passa pelo seu site. O pagamento acontece dentro do processador, que é quem tem obrigação legal de segurança para isso. É padrão do setor, não limitação minha.

Pix com QRlink de pagamentocheckout hospedadoassinatura recorrente
04

o aviso

Você sabe que caiu sem abrir painel nenhum

Conferir pagamento à mão é trabalho invisível: ninguém cobra por ele, ninguém agradece, e ele acontece todo dia. Enquanto isso, o cliente espera confirmação que só sai quando você lembra de olhar.

Pagou, a informação chega onde você já olha: WhatsApp, e-mail, linha nova na planilha, cartão no seu quadro.

webhookWhatsAppGoogle Planilhase-mail
05

o que anda sozinho

O que se repete sai da sua mão

Confirmação de pedido. Aviso de que está pronto. Pedido de avaliação três dias depois. Lembrete para quem sumiu há dois meses. As cinco perguntas que chegam iguais toda semana. Some os minutos de uma semana e olhe o número: para a maioria dos negócios pequenos, é um dia de trabalho por mês.

Cada fluxo é um processo que você descreve e que passa a rodar sozinho — não é robô genérico respondendo qualquer coisa em seu nome. Começa por um: o que mais consome o seu tempo hoje. Automação que ninguém usa é a mais cara que existe.

n8nfollow-up de vendapós-comprareativação
06

todo mês

Um responsável com nome, e números que você entende

Preço mudou. Item novo. O botão de pagamento parou num sábado. A pergunta que importa não é se vai acontecer — é para quem você liga quando acontecer, e em quanto tempo tem resposta.

Uma vez por mês, um relatório curto em português: de onde veio quem te procurou, o que digitaram para te achar, e em que página as pessoas foram embora. Sem painel cheio de gráfico que ninguém lê.

manutençãomonitoramentorelatório mensal

De quem é o quê

O dinheiro nunca passa pela minha conta.

A dúvida que você não vai fazer em voz alta é esta: se amanhã a gente parar de trabalhar junto, o que fica comigo. A resposta está escrita abaixo, e ela é combinada antes de começar — não descoberta depois. O que é seu nasce no seu nome.

DomínioSeu. Registrado no seu CPF ou CNPJ. Se um dia quiser sair, leva tudo.
Conta do processadorSua. Aberta no seu nome. O dinheiro cai direto na sua conta — nunca na minha, em momento nenhum.
Chaves e senhasSuas. Eu uso o acesso que você me dá, e você pode revogar quando quiser.
O site e o códigoSeu. Entregue, sem plataforma que prenda o conteúdo lá dentro.
A manutençãoMinha, enquanto durar o acompanhamento. Se ele acabar, o site continua no ar do mesmo jeito.
Estorno, taxa, bloqueioDo processador, com você. Eu ligo o sistema e conserto o que é do site; disputa de pagamento é entre você e quem processa — e isso fica escrito antes de começar.

Padrões de trabalho

Cinco regras que não são negociáveis — inclusive quando o cliente insiste.

Cada uma existe porque o contrário já custou caro a alguém. Você está lendo isto antes de contratar, e não depois de um problema, de propósito.

01
Cartão não é digitado no seu site.Campo de número de cartão dentro da sua página coloca você sob exigências de segurança que só empresa com equipe dedicada sustenta — e a responsabilidade por um vazamento seria sua. O pagamento acontece dentro do processador. Sem exceção.
02
Dinheiro de cliente não entra na minha conta.Nem "só no começo, para facilitar". A conta é sua desde o primeiro centavo, e você tem acesso a ela desde o primeiro dia.
03
Loja com estoque, frete e cupom não é página estática.Nesse caso a resposta certa é uma plataforma de e-commerce, montada e desenhada por mim. Você ouve isso na primeira conversa, não no meio do projeto com o valor já pago.
04
Automação que movimenta dinheiro não é entregue sem manutenção contratada.Um fluxo que confirma pagamento e falha num domingo precisa de alguém olhando. Entregar isso e sumir é vender um problema com aparência de solução.
05
Primeiro lugar no Google não é prometido por ninguém sério.O compromisso é outro, e este é verificável: quem procurar o seu nome vai encontrar você, num site dentro das regras da sua profissão.

Antes de ligar o pagamento

Profissão regulada tem regra sobre cobrar em público.

Quem responde perante o seu conselho é você, não quem fez o site. Por isso a regra da sua profissão é verificada antes de qualquer linha ir ao ar — e não depois de uma representação.

Advogado
com restrição

O Provimento 205/2021 do CFOAB veda divulgação de honorários. Não existe "contrate a consulta aqui" no site de advogado. Link de pagamento enviado a um cliente específico é outra coisa — mas checkout público, não. Quem responderia na Ordem seria você.

Saúde e terapia
verificar

Cada conselho tem regra própria sobre anunciar valor, pacote e desconto. Antes de publicar preço na sua página, eu confiro a resolução do seu conselho — do mesmo jeito que faço com a OAB.

Restaurante e comércio
livre

Sem restrição de conselho. Cardápio com preço, pedido e pagamento na própria página — e o pedido acontecendo no seu endereço, não dentro do aplicativo que fica com uma parte de cada venda.

Como começa

Uma etapa por vez, começando pela que devolve dinheiro mais rápido.

Ninguém liga a linha inteira no primeiro mês, e quem tenta vender assim está vendendo o próprio faturamento, não o seu resultado. São vinte minutos: você descreve como o pedido chega hoje e o que ainda faz na mão depois dele. Sai da conversa com a etapa que vale ligar primeiro e um valor fechado para ela — escopo inteiro, sem cobrança por hora, sem item que aparece na entrega.

Não vale a pena para você se:o seu problema hoje é falta de gente entrando, e não o que acontece depois que entra. Nesse caso a etapa 01 resolve, e as outras cinco seriam dinheiro parado. Eu digo isso na conversa.

Conversa

Descreva como o dinheiro entra hoje.

Onde o pedido chega, quem responde, como a pessoa paga, e o que ainda passa pela sua mão depois disso. Vinte minutos bastam para saber qual etapa vale ligar primeiro. Se nenhuma valer agora, você ouve isso — é a resposta mais barata que existe para nós dois.

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